Fase 5 · Crescimento e diversificação
Quando a operação vira estrutura
Existe um momento em que aquilo deixa de ser teste.
Para mim isso aconteceu entre o sexto e o décimo segundo mês. A banca passou de R$ 10 mil, a demanda vinha sozinha e eu já recusava mais gente do que aceitava.
Nesse ponto o problema muda: não é mais achar cliente, é escolher cliente e administrar liquidez.
Na prática
Sinais de que virou estrutura: fila de espera, recorrência dos mesmos nomes, previsibilidade mensal e sobra de caixa depois de reinvestir.
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Mês 1
'será que isso funciona mesmo?'
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Mês 3
'isso realmente pode gerar capital'
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Mês 6
'preciso controlar melhor o risco'
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Mês 12
'minha banca cresceu'
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Depois
'eu não quero ficar emprestando dinheiro para sempre'
O que pensei
Essa última frase foi a mais importante de todas. Quando a operação ficou confortável, eu percebi que o conforto era justamente o risco: eu poderia passar dez anos ali, girando dinheiro, sem nunca construir nada que ficasse de pé sozinho.
Conclusão
Crescer não é emprestar mais. É emprestar melhor.
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